Essa pode ser uma solução para a reconstrução do Museu Nacional

Incendiado no início deste mês, o Museu Nacional, poderá ter parte de seu acervo de volta através de impressoras 3d. Com backup de arquivos feito em fevereiro, pesquisadores esperam recriar o que foi perdido. Esse tipo de ação terá apoio de cinco países e da Unesco.

Uma solução para curar o vazio deixado pelo incêndio no Museu Nacional, irá vir por meio de impressoras 3d. A proposta feita no dia 19/09, partiu da chefe da Missão de Emergência da Unesco, Cristina Menegazzi. A pesquisadora veio ao país com a finalidade de analisar a situação da construção e das peças que restaram. Com isso, ela juntamente com a equipe que a acompanha apresentou a opção do uso de impressoras 3D para recriar as peças destruídas a partir de um backup feito em fevereiro deste ano.

O museu que agora só funciona de forma digital, possui cerca de trezentas peças que foram digitalizadas antes do incidente e que agora poderão ser impressas.

Países como Alemanha, Estados Unidos, Canadá, Argentina, França e Itália e a própria Unesco se comprometeram com doações para ajudar a reconstruir o patrimônio histórico cultural que foi perdido.

Um bem necessário

A ação de digitalizar peças foi pensada há 15 anos atrás, para caso ocorresse a perda de alguma dessas coleções. Na época, o Instituto Nacional de Tecnologia (INT) e a Puc-Rio estabeleceram essa parceria, que agora foi retomada para catalogar o que foi escaneado ou tomografado para ser recriado.

O crânio e o rosto de Luzia, o fóssil humano mais antigo da América do Sul, foi a primeira impressão realizada entre as peças que serão recuperadas.

Brasiliense, jornalista, especialista em marketing digital e apaixonada por comunicação. Nas horas vagas gosta de escalar.

Artigos relacionados

loader-beeprinted-impressão-3D